confligerante
(este Blog é forjado a ferro e fogo e é uma homenagem à Eurídice Rosa, alguém que sabia contar, cantar e era a poesia em pessoa) Desencontro, encontro com o óbvio que não se vê, a vida é também a fonte de conflitos, o que a faz perigosa
Quem sou eu
- Confligerante
- Sei lá, alguém que acredita nas palavras, jamais em quem as dizem...
Quarta-feira, Maio 09, 2012
Domingo, Abril 22, 2012
Terça-feira, Abril 10, 2012
um punhal na carne
a regra do desespero
perdoe-me os olhos secos e tristes
a voz sumida o coração latente
o amplo do meu riso secou-se
quando seu riso não mais só a mim
pertenceu
seu riso secou meu riso
agora é o penar das horas do acostumar-me
em eu, não ser mais eu mesmo
em você não mais se ser
Eu finjo o ator que sou
você insinua o papel que me convém
é a hora do desencontro, do desconhecer
é a hora da realidade
perdoe-me os olhos secos e tristes
a voz sumida o coração latente
o amplo do meu riso secou-se
quando seu riso não mais só a mim
pertenceu
seu riso secou meu riso
agora é o penar das horas do acostumar-me
em eu, não ser mais eu mesmo
em você não mais se ser
Eu finjo o ator que sou
você insinua o papel que me convém
é a hora do desencontro, do desconhecer
é a hora da realidade
Sexta-feira, Março 23, 2012
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2012
Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012
movimento
espaço para o choro
Sorrateiro é o movimento dos não livres,
os que se acham livres,
por isso sua dança.
Sua dança noturna, covarde, seu ar de vulto.
Seu suspiro de prazer encima de uma vítima
indefesa e inerte...
Seu golpe letal...
Sorrateiro é o movimento dos não livres,
os que se acham livres,
por isso sua dança.
Sua dança noturna, covarde, seu ar de vulto.
Seu suspiro de prazer encima de uma vítima
indefesa e inerte...
Seu golpe letal...
Domingo, Janeiro 01, 2012
bisnaga amassada de catchup
tinha um tempo de arte
na claridade da noite quente
seguro pelo fio da faca silente
- pare a rima -
pois, o sangue escorre para cima
de minha liberdade
elástica
dou dois contos para escrever isto
na calamidade do improviso
no esguicho tonto do corte
de minha voz que assobia
constrangida a marcha negra
batida nas poeiras
dos pés que ditam
um aqui, um ali em som
seco, em batida surda
na lânguida preguiça
do ato fúnebre do não
ter o que dizer
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